Olá pessoal.
Hoje tenho aqui minha adorada filha, Heloisa, e meus netos, David e Pedro. Eles surpreenderam a platéia com seus "gafinhos de ouro". Os caras comem mesmo, especialmente se for nhoque !!!
O tempo anda chuvoso, mas mesmo assim, eles passeiam por aí. A compra de chocolate é assunto prioritário. Ah!, ia me esquecendo: o poker !!! Toda noite tem rodada, mas o Pedro e David não estão dando muita sorte. Vamos ver hoje eles vão à forra. A campeã do poker até o momento é a Dany.
O verão aqui é agradável, pois faz calor durante o dia e, à noite, dorme-se com coberta.
A Dany foi com Heloisa e sua turma ao Alpen Park, que é uma instalação situada em Canela. As atrações são para quem gosta de esportes radicais: tirolesa, rapel, arvorismo, escalada, etc. Os meninos andaram no trenó de alta velocidade. Quem quiser conhecer um pouco mais acesse o site http://www.alpenpark.com.br.
Pela manhã, acordaram cedo para correr ao redor do Lago Negro. Dizem eles que deram 8 voltas, o que equivale a mais de 5 km.
Depois tem mais.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
A volta do Boêmio ...
Olá pessoal. Já lá se vão alguns dias em que penso retornar ao meu blog, mas fico meio desanimado, pois estou sempre sozinho. Onde andam vocês? Daqui, não há muito o que contar.
Na última segunda-feira aconteceu o último show do Natal Luz da temporada de 2009. Como conseguimos uns "convites", fomos a ele. O show Nativitaten é uma mini ópera em seis atos, que tem como palco o Lago Joaquina Rita Bier, e que mistura cantores líricos com águas dançantes, chamas, raios laser e fogos de artifícios durante todo o show. Um espetáculo magnífico. Os fogos de artifício, controlados por computador, são um espetáculo à parte. Vale a pena ver a dança das águas, mescladas com canhões de laser produzindo imágens fantásticas. As vozes são encantadoras: cantores líricos e coral produzindo música divina (a 9ª Sinfonia de Beethoven, por exemplo). Neste ano, a trilha sonora foi executada em português, inglês, latim, italiano e alemão. Durante o "Nativitaten", o público acende suas tochas, aumentando ainda mais a beleza do espetáculo.
No dia anterior, e igualmente na qualidade de "convidados", fomos assistir ao Grande Desfile de Natal. A apresentação começa com patinadores vestidos de anjo, que fazem a primeira parte do desfile, num espetáculo de luzes e neve artificial. Para se ter uma idéia, o patinador principal é o bicampeão Panamericano de Patinação Artística, Marcel Stürmer. O desfile, levado a efeito por mais de 400 figurantes, tem a duração de uma hora. São 12 carros alegóricos. O desfile continua com a coreografia de bonecos gigantes, anjos, borboletas, duendes, biscoitos da sorte, brinquedos, fadas, ajudantes de Papai Noel e outros personagens, que transformam a avenida num verdadeiro palco gigante.
Ao final do evento, e para alegrar ainda mais o público, o Bom Velhinho saúda os espectadores de cima do seu trenó com mais de 13 metros de comprimento A neve artificial cai sobre a avenida e fogos de artifício iluminam a cidade. Um espetáculo digno de nota.
Assistimos também a "Fantástica Fábrica de Natal" que é um espetáculo musical que conta a história de uma criança que realiza seu desejo de conhecer a Fábrica do Papai Noel. Num mundo mágico, onde os brinquedos e a própria fábrica ganham vida, os ajudantes do Papai Noel trabalham freneticamente para finalizar a produção da tão esperada noite de Natal. Esse universo lúdico resgata sonhos e a magia de ser criança, em um musical com diversos elementos de palco, luzes, dança, acrobacias e efeitos especiais
Estes são as 3 principais atrações do Natal Luz, mas tem, ainda, a "Arca de Noel", "Turma da Vila", a "Árvore Cantante", o "Natal Gaúcho", o "Show de Acendimento das Luzes", os "Concertos de Advento", o "Teatro de Marionetes", a "Exposição de Renas", o Tannenbaumfest, entre outras atrações.
É de se admirar que uma cidade tão pequena como Gramado (34.000 habitantes) possa produzir shows grandiosos como esses que se vêem no já chamado Natal Luz. A cidade se veste de gala para receber 1 milhão de turistas em seus 67 dias de evento, e que se alojam nos 500 hotéis e pousadas, ademais daqueles que se hospedam nas cidades vizinhas (Canela e Nova Petrópolis), visto que há dias em que não se encontra uma única vaga nos estabelecimentos locais.
Agora, que a festa terminou, a prefeitura trabalha avidamente removendo todo o encanto que havia sido plantado nos meses anteriores. Os turistas voltaram para casa. A calma se instala na cidadezinha antes encantada. A gente senta saudades mas percebe que, em compensação, a calma também é uma dádiva.
Seguinte: grande parte das borrachas acima fora escritas com a ajuda de Dany, já que ela não se anima a identificar-se e escrever uma única frase. Caso de polícia !!! Mesmo assim vou insistindo...
Seguinte II: eu havia começado o texto de hoje quando, de repente, me aparece a Dany à porta do escritório e dispara: hora do almoço. Bleharrr !!!
Mas, por fim, almocei uma salada de tomate e alface, seguida das sobremesas de praxe.
Seguinte III: Enquanto eu escrevia, o Paulo apareceu na tela (conectado pelo Yahoo). Mandei-lhe um pedido de notícias mas o danado sumiu.
Seguinte IV: Estou aguardando a Heloisa que prometeu vir hoje, mas, até agora, nenhuma notícia. Acho que envolvida com o Gabriel ...
Seguinte V: a nossa empregada (importada) deixa o trabalho no próximo dia 29. Já temos outra (nacional) tratada para iniciar no dia 30. (esse negócio de empregada doméstima é um saco !!!).
Por hoje é só.
Na última segunda-feira aconteceu o último show do Natal Luz da temporada de 2009. Como conseguimos uns "convites", fomos a ele. O show Nativitaten é uma mini ópera em seis atos, que tem como palco o Lago Joaquina Rita Bier, e que mistura cantores líricos com águas dançantes, chamas, raios laser e fogos de artifícios durante todo o show. Um espetáculo magnífico. Os fogos de artifício, controlados por computador, são um espetáculo à parte. Vale a pena ver a dança das águas, mescladas com canhões de laser produzindo imágens fantásticas. As vozes são encantadoras: cantores líricos e coral produzindo música divina (a 9ª Sinfonia de Beethoven, por exemplo). Neste ano, a trilha sonora foi executada em português, inglês, latim, italiano e alemão. Durante o "Nativitaten", o público acende suas tochas, aumentando ainda mais a beleza do espetáculo.
No dia anterior, e igualmente na qualidade de "convidados", fomos assistir ao Grande Desfile de Natal. A apresentação começa com patinadores vestidos de anjo, que fazem a primeira parte do desfile, num espetáculo de luzes e neve artificial. Para se ter uma idéia, o patinador principal é o bicampeão Panamericano de Patinação Artística, Marcel Stürmer. O desfile, levado a efeito por mais de 400 figurantes, tem a duração de uma hora. São 12 carros alegóricos. O desfile continua com a coreografia de bonecos gigantes, anjos, borboletas, duendes, biscoitos da sorte, brinquedos, fadas, ajudantes de Papai Noel e outros personagens, que transformam a avenida num verdadeiro palco gigante.
Ao final do evento, e para alegrar ainda mais o público, o Bom Velhinho saúda os espectadores de cima do seu trenó com mais de 13 metros de comprimento A neve artificial cai sobre a avenida e fogos de artifício iluminam a cidade. Um espetáculo digno de nota.
Assistimos também a "Fantástica Fábrica de Natal" que é um espetáculo musical que conta a história de uma criança que realiza seu desejo de conhecer a Fábrica do Papai Noel. Num mundo mágico, onde os brinquedos e a própria fábrica ganham vida, os ajudantes do Papai Noel trabalham freneticamente para finalizar a produção da tão esperada noite de Natal. Esse universo lúdico resgata sonhos e a magia de ser criança, em um musical com diversos elementos de palco, luzes, dança, acrobacias e efeitos especiais
Estes são as 3 principais atrações do Natal Luz, mas tem, ainda, a "Arca de Noel", "Turma da Vila", a "Árvore Cantante", o "Natal Gaúcho", o "Show de Acendimento das Luzes", os "Concertos de Advento", o "Teatro de Marionetes", a "Exposição de Renas", o Tannenbaumfest, entre outras atrações.
É de se admirar que uma cidade tão pequena como Gramado (34.000 habitantes) possa produzir shows grandiosos como esses que se vêem no já chamado Natal Luz. A cidade se veste de gala para receber 1 milhão de turistas em seus 67 dias de evento, e que se alojam nos 500 hotéis e pousadas, ademais daqueles que se hospedam nas cidades vizinhas (Canela e Nova Petrópolis), visto que há dias em que não se encontra uma única vaga nos estabelecimentos locais.
Agora, que a festa terminou, a prefeitura trabalha avidamente removendo todo o encanto que havia sido plantado nos meses anteriores. Os turistas voltaram para casa. A calma se instala na cidadezinha antes encantada. A gente senta saudades mas percebe que, em compensação, a calma também é uma dádiva.
Seguinte: grande parte das borrachas acima fora escritas com a ajuda de Dany, já que ela não se anima a identificar-se e escrever uma única frase. Caso de polícia !!! Mesmo assim vou insistindo...
Seguinte II: eu havia começado o texto de hoje quando, de repente, me aparece a Dany à porta do escritório e dispara: hora do almoço. Bleharrr !!!
Mas, por fim, almocei uma salada de tomate e alface, seguida das sobremesas de praxe.
Seguinte III: Enquanto eu escrevia, o Paulo apareceu na tela (conectado pelo Yahoo). Mandei-lhe um pedido de notícias mas o danado sumiu.
Seguinte IV: Estou aguardando a Heloisa que prometeu vir hoje, mas, até agora, nenhuma notícia. Acho que envolvida com o Gabriel ...
Seguinte V: a nossa empregada (importada) deixa o trabalho no próximo dia 29. Já temos outra (nacional) tratada para iniciar no dia 30. (esse negócio de empregada doméstima é um saco !!!).
Por hoje é só.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Viagem dos Sonhos
Olá, pessoal.
Hoje vou narrar uma viagem fantástica que fizemos entre sexta-feira e domingo passados. A comitiva era completa: Eu e a Dany; João Ivan, Rose e Gabriel; Paulo, Gislene e Julinha, além de Mariana, que é uma prima da Julia. Saímos daqui, eu, Dany, Paulo e Cia, e nos encontramos com João e sua turma numa cidadezinha chamada São Lourenço do Sul, que fica à margem da Lagoa dos Patos e tem pretensões em se transformar em um "resort".
Na tarde em que chegamos lá, um vento terrível (não sei se o minuano) não permitia que os cabelos ficassem penteados (sobretudo o meu, que gosto no devido lugar). À noite fomos a um restaurante que servia uma picanha "muito jóia", além de outros pratos da escolha de cada um.
Na manhã seguinte partimos para o desejado destino, que era Rio Branco, no Uruguai.
De São Lourenço do Sul até Rio Branco são pouco mais de 200 km de retas infinitas, cortando morros no horizonte, cercadas pela paisagem típica do pampa – planícies com tapetes de soja e arroz, gado e ovelhas.
Jaguarão marca o final do Brasil, ao se atravessar o rio de mesmo nome, por uma ponte antiga, que destoa do acanhamento de Jaguarão (lado brasileiro) e Rio Branco (lado uruguaio). Mesmo já tendo vivido dias melhores, ela ainda mantém um pouco da imponência, e muito do charme.
Valendo lembrar que é uma ponte não muito jovem e que eu, com toda economia, lhe dou uns 100 anos.
Rio Branco tem uma rua esburacada onde ficam as lojas Duty Free, para encanto das mulheres, passamos o dia ali, com o pessoal a pesquisar todas as lojas disponíveis. O João comprou um aparelho receptor que tem por objeto sintonizar todos os canais de satélite e sem a conta mensal para pagar. Esto esperando que ele instale e diga que está tudo bem para que eu me arrisque a investir os U$ 250.
Os restaurantes - tipicamente abagunçados - tinham filas de fazer inveja ao INSS. Por fim, e lá pelas 14:00h, conseguimos uma mesa num restaurante com aspecto de gambiarra e o garçom trouxe o cardápio: tudo que se pedia tinha mas acabou. O João Ivan, percebendo a inutilidade de continuar a ler o cardápio, perguntou ao garçom o que ele, de fato, tinha disponível, ao que respondeu: entrecot e bife à milanesa. Optamos pelo bife à milanesa e, para nossa surpresa, veio um bife pouco mais grosso que um papel e ficamos "mensalmente satisfeitos".
Na hora de voltar foi que a Dany descobriu, curiosamente, que estava sem a sua habilitação (havia ficado no bolso da calça no hotel em São Lourenço). Quero lembrar que quando chegamos na ponte da divisa, os postos policiais de ambos os países estavam alvoraçados, parando carros e exigindo documentos. Essa foi a razão pela qual a Dany teve que pedir ao João para conduzir o carro na volta, e, na hora de passar na ponte, qual a surpresa: não havia um policial nem para remédio. Eu gostaria de ter tirado fotos de Rio Branco para serem exibidas para aqueles que falam mal do Brasil, mas só conseguimos umas da ponte, que seguem abaixo.


Nota: A temperatura hoje está 14º e a Dany teve a idéia de acender a lareira. Por acaso, estou bem pertinho dela esquentando as canelas. Até mais.
Hoje vou narrar uma viagem fantástica que fizemos entre sexta-feira e domingo passados. A comitiva era completa: Eu e a Dany; João Ivan, Rose e Gabriel; Paulo, Gislene e Julinha, além de Mariana, que é uma prima da Julia. Saímos daqui, eu, Dany, Paulo e Cia, e nos encontramos com João e sua turma numa cidadezinha chamada São Lourenço do Sul, que fica à margem da Lagoa dos Patos e tem pretensões em se transformar em um "resort".
Na tarde em que chegamos lá, um vento terrível (não sei se o minuano) não permitia que os cabelos ficassem penteados (sobretudo o meu, que gosto no devido lugar). À noite fomos a um restaurante que servia uma picanha "muito jóia", além de outros pratos da escolha de cada um.
Na manhã seguinte partimos para o desejado destino, que era Rio Branco, no Uruguai.
De São Lourenço do Sul até Rio Branco são pouco mais de 200 km de retas infinitas, cortando morros no horizonte, cercadas pela paisagem típica do pampa – planícies com tapetes de soja e arroz, gado e ovelhas.
Jaguarão marca o final do Brasil, ao se atravessar o rio de mesmo nome, por uma ponte antiga, que destoa do acanhamento de Jaguarão (lado brasileiro) e Rio Branco (lado uruguaio). Mesmo já tendo vivido dias melhores, ela ainda mantém um pouco da imponência, e muito do charme.
Valendo lembrar que é uma ponte não muito jovem e que eu, com toda economia, lhe dou uns 100 anos.
Rio Branco tem uma rua esburacada onde ficam as lojas Duty Free, para encanto das mulheres, passamos o dia ali, com o pessoal a pesquisar todas as lojas disponíveis. O João comprou um aparelho receptor que tem por objeto sintonizar todos os canais de satélite e sem a conta mensal para pagar. Esto esperando que ele instale e diga que está tudo bem para que eu me arrisque a investir os U$ 250.
Os restaurantes - tipicamente abagunçados - tinham filas de fazer inveja ao INSS. Por fim, e lá pelas 14:00h, conseguimos uma mesa num restaurante com aspecto de gambiarra e o garçom trouxe o cardápio: tudo que se pedia tinha mas acabou. O João Ivan, percebendo a inutilidade de continuar a ler o cardápio, perguntou ao garçom o que ele, de fato, tinha disponível, ao que respondeu: entrecot e bife à milanesa. Optamos pelo bife à milanesa e, para nossa surpresa, veio um bife pouco mais grosso que um papel e ficamos "mensalmente satisfeitos".
Na hora de voltar foi que a Dany descobriu, curiosamente, que estava sem a sua habilitação (havia ficado no bolso da calça no hotel em São Lourenço). Quero lembrar que quando chegamos na ponte da divisa, os postos policiais de ambos os países estavam alvoraçados, parando carros e exigindo documentos. Essa foi a razão pela qual a Dany teve que pedir ao João para conduzir o carro na volta, e, na hora de passar na ponte, qual a surpresa: não havia um policial nem para remédio. Eu gostaria de ter tirado fotos de Rio Branco para serem exibidas para aqueles que falam mal do Brasil, mas só conseguimos umas da ponte, que seguem abaixo.


Assim sendo, ficam vocês todos convidados para o próximo passeio em Rio Branco, no Uruguai.
Dirigir no Rio Grande do Sul, na região dos Pampas, exige pouco trabalho ao volante, pois as retas são intermináveis. De São Lourenço do Sul até Porto Alegre (cerca de 200 km), o João Ivan sugeriu que a formação dos carros na pista deveria ser com ele na frente (porque o pálio dele não é exatamente uma ferrari), seguido do Paulo (que guiava o scenic), e por fim nós. Quero lembrar que a Dany ficou meio contrariada porque os carros da frente não ultrapassavam 110 km/h, e para ela isso não é velocidade nem nada.
Nota: A temperatura hoje está 14º e a Dany teve a idéia de acender a lareira. Por acaso, estou bem pertinho dela esquentando as canelas. Até mais.
:)
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